É verdade que o Galo teve 65% de posse de bola, mas também é verdade que tecnicamente o jogo foi fraco.
Em um primeiro momento achei o Atlético tenso.
Tenso a tal ponto de fazer várias faltas na entrada da área e em uma delas o Atlético GO marcou o primeiro gol.
Logo depois de sofrer o golpe, o time tentou sair mais e achou espaços nas costas do Thiago Feltri.
Por ali Serginho cruzou e Diego Souza empatou.
A tensão se transformou em empolgação.
O time tentou acreditar e jogou no campo de ataque.
Depois de perder chance clara de gol em cobrança de falta, o Galo cedeu o contra-ataque e dele o segundo gol.
Da tensão para a empolgação e daí para a apreensão.
A sensação que o time passava era de abatimento.
Tinha posse de bola, mas não concluía.
Faltava confiança.
Se existe algo que parece ter sido roubado do Galo é a confiança.
Incrível como o que pode ser um lance de gol vira um passe errado.
Quando apenas um erro dos goianos poderia dar alento ao Galo, Réver tratou de reacender a chama da vitória.
O zagueiro, que desfalca o Galo em momento impróprio, deu uma bicicleta linda e fez o gol de empate.
O abatimento se transformou em luta.
Ainda mal em campo o Galo lutou até o final e foi premiado.
Diego Souza deu belo passe para Renan Oliveira, que limpou o goleiro e achou Ricardo Bueno em condições de marcar.
Ainda demorou a entrar, mas entrou.
Há muito tempo que a era de jogar bem acabou, era necessário vencer.
O time chegou a dominar, mas o Galo tem muita dificuldade.
A luta só foi substituída pelo alívio estampado nos sorrisos dos jogadores.
A caminhada ainda é longa e complicada.
Os adversários da semana são candidatos ao título e o Galo tem que pontuar.
É vida dura, mas ainda é vida.
sábado, 2 de outubro de 2010
Corinthians se mostra refém de seu esquema
Antes de a bola rolar o Corinthians era favoritíssimo no jogo contra o Ceará.
Na hora da liberação das escalações o favoritismo diminuiu um pouco, mas ainda era destacado.
Adilson não abriu mão do que ele entende ser a força do elenco: o meio pegador.
Entretanto, o esquema está ali para servir a equipe e não o contrário.
Cheio de desfalques, o Corinthians manteve o esquema com três volantes.
Edu fazia a função do primeiro volante.
Jucilei fez a função de volante de saída pelo lado e Paulinho pelo outro.
Edu não rendeu e não renderia mesmo.
Na minha visão o jogo seria para Danilo, que aparece para o jogo e ainda dá uma força na marcação.
O Ceará jogou no contra-ataque.
Muita marcação e pouco espaço para o adversário pensar.
Na saída para o contra-ataque o Ceará chegou.
Magno Alves achou Marcelo Nicácio, que fez com calma.
Segundo tempo
Adilson mexeu no time.
Edu saiu e Danilo entrou.
O time não ficou mais aberto, ficou mais esperto.
Deferico se preparava para entrar quando o segundo gol saiu.
Magno Alves limpou duas vezes e marcou.
A pressão corintiana só aumentava.
Danilo fez boa jogada pelo meio da defesa e tocou para Paulinho.
O volante driblou Michel Alves e fez um belo gol.
Vicente era a mina pela direita.
Todos que tentavam passar pelo setor se davam bem.
Defederico, que entrou depois do segundo gol cearense, bateu falta lateral e ninguém desviou.
Michel percebeu tarde que a bola entraria e saltou atrasado.
Gol! Empate!
O Corinthians tentava, mas a vitória não faria justiça ao Ceará.
É fato que o elenco está desfalcado.
Mas também é verdade que o rendimento da equipe corintiana caiu.
A última vitória foi contra o Santos.
Depois vieram Inter, Botafogo e o Ceará.
Será que acabou o fôlego do time?
Será que o Corinthians está passando pelo momento negativo semelhante ao que passou o Flu?
Ou será que o nível é muito equilibrado mesmo e teremos emoções até a última gota?
Na hora da liberação das escalações o favoritismo diminuiu um pouco, mas ainda era destacado.
Adilson não abriu mão do que ele entende ser a força do elenco: o meio pegador.
Entretanto, o esquema está ali para servir a equipe e não o contrário.
Cheio de desfalques, o Corinthians manteve o esquema com três volantes.
Edu fazia a função do primeiro volante.
Jucilei fez a função de volante de saída pelo lado e Paulinho pelo outro.
Edu não rendeu e não renderia mesmo.
Na minha visão o jogo seria para Danilo, que aparece para o jogo e ainda dá uma força na marcação.
O Ceará jogou no contra-ataque.
Muita marcação e pouco espaço para o adversário pensar.
Na saída para o contra-ataque o Ceará chegou.
Magno Alves achou Marcelo Nicácio, que fez com calma.
Segundo tempo
Adilson mexeu no time.
Edu saiu e Danilo entrou.
O time não ficou mais aberto, ficou mais esperto.
Deferico se preparava para entrar quando o segundo gol saiu.
Magno Alves limpou duas vezes e marcou.
A pressão corintiana só aumentava.
Danilo fez boa jogada pelo meio da defesa e tocou para Paulinho.
O volante driblou Michel Alves e fez um belo gol.
Vicente era a mina pela direita.
Todos que tentavam passar pelo setor se davam bem.
Defederico, que entrou depois do segundo gol cearense, bateu falta lateral e ninguém desviou.
Michel percebeu tarde que a bola entraria e saltou atrasado.
Gol! Empate!
O Corinthians tentava, mas a vitória não faria justiça ao Ceará.
É fato que o elenco está desfalcado.
Mas também é verdade que o rendimento da equipe corintiana caiu.
A última vitória foi contra o Santos.
Depois vieram Inter, Botafogo e o Ceará.
Será que acabou o fôlego do time?
Será que o Corinthians está passando pelo momento negativo semelhante ao que passou o Flu?
Ou será que o nível é muito equilibrado mesmo e teremos emoções até a última gota?
Zico, América, arbitragens e treinadores
A coluna do SUPER de 03/10 está aqui.
Acho um absurdo Zico ser tratado como um bandido no Flamengo. Zico é ídolo e foi quem mais perdeu ao voltar ao Flamengo.
Vejo como real a possibilidade de o América se classificar entre os quatro primeiros. Só é preciso ter muita atenção.
Incrível como os técnicos tem sido questionados. Os mais experientes parecem ter perdido o conteúdo e os mais novos vão perdendo espaço.
Sabia que o árbitro que deve apitar a Copa 2014 é mineiro?
Leia a coluna aqui.
Em defesa de Zico
Maradona construiu sua carreira de jogador com títulos, dribles e gols.
Entretanto, o astro argentino nunca foi um primor na vida fora de campo. Ainda assim na Argentina tem até igreja de Maradona.
O torcedor ama Diego e é grato por tudo o que ele fez. Pelé é o atleta do século. Ídolo e referência no esporte.
Um verdadeiro atleta. No entanto, fora de campo, Pelé decepcionou ao não assumir uma filha. A imagem do ídolo foi responsável pelo sucesso do futebol.
Quantas crianças fizeram gol e saíram comemorando como se fossem Pelé, Maradona ou Romário? A semana que passou mostrou como humilhar e maltratar um ídolo.
Zico é o maior ídolo da rica história do Flamengo. É um patrimônio do futebol nacional. Trataram de difamar o ídolo sem que ele pudesse se explicar.
Uns podem chamar de acusação, prefiro chamar de deslealdade. Se fôssemos tratar das contratações que Zico, eu até poderia questionar.
Mas daí para ofender a pessoa e sua família já é demais.
O que as pessoas de raciocínio lento e imediatista não percebem é que falar mal e fazer mal a um ídolo como é Zico, que é reconhecido em todo o mundo do futebol, pode ser um erro estratégico incorrigível. É melhor ter o ídolo sempre por perto e não como inimigo.
América- Ainda não dá para afirmar, mas é bem possível que o Coelho consiga a sua classificação para a Série A. Confesso que não acreditava no início, mas a regularidade e o crescimento como equipe já permitem pensar que o sonho está mais próximo. Não dá para bobear em casa e o time deve continuar forte fora de casa.
Crise- O momento é crítico para quem é técnico de futebol. O São Paulo está insatisfeito e o Flamengo também. O Grêmio apostou na mística para fechar com Renato Gaúcho. Luxemburgo fez água nos últimos anos e já falou que precisa se reciclar. Até Felipão tem sido questionado no Palmeiras. Em outro nível estão Cuca, Adilson, Muricy, Roth e Mano Menezes.
Arbitragem- O nome de Leonardo Gaciba nem aparece mais nos sorteios. Gaciba foi eleito várias vezes o melhor árbitro do Brasil e mesmo assim era Simon que ia para a Copa. Na próxima Copa, Gaciba também não vai, já que ele terá 43 anos e deve perder o escudo FIFA. Escudo que está prometido a Sandro Meira Ricci, mineiro de Poços de Caldas. Sandro tem tudo para ser o árbitro brasileiro na Copa do Mundo do Brasil.
Galo- Seria leviano afirmar que a falta de um bom preparo físico dos jogadores do Atlético é responsável pelo desempenho da equipe. É óbvio que o ex-treinador tem muito mais culpa e não utilizava a preparação física como deveria. Não planejava corretamente e não adequava treinamento ao nível físico dos atletas. E olha que ele queria ser gerente! Sem ele já é difícil a vida, com ele seria ainda mais humilhante.
Acho um absurdo Zico ser tratado como um bandido no Flamengo. Zico é ídolo e foi quem mais perdeu ao voltar ao Flamengo.
Vejo como real a possibilidade de o América se classificar entre os quatro primeiros. Só é preciso ter muita atenção.
Incrível como os técnicos tem sido questionados. Os mais experientes parecem ter perdido o conteúdo e os mais novos vão perdendo espaço.
Sabia que o árbitro que deve apitar a Copa 2014 é mineiro?
Leia a coluna aqui.
Em defesa de Zico
Maradona construiu sua carreira de jogador com títulos, dribles e gols.
Entretanto, o astro argentino nunca foi um primor na vida fora de campo. Ainda assim na Argentina tem até igreja de Maradona.
O torcedor ama Diego e é grato por tudo o que ele fez. Pelé é o atleta do século. Ídolo e referência no esporte.
Um verdadeiro atleta. No entanto, fora de campo, Pelé decepcionou ao não assumir uma filha. A imagem do ídolo foi responsável pelo sucesso do futebol.
Quantas crianças fizeram gol e saíram comemorando como se fossem Pelé, Maradona ou Romário? A semana que passou mostrou como humilhar e maltratar um ídolo.
Zico é o maior ídolo da rica história do Flamengo. É um patrimônio do futebol nacional. Trataram de difamar o ídolo sem que ele pudesse se explicar.
Uns podem chamar de acusação, prefiro chamar de deslealdade. Se fôssemos tratar das contratações que Zico, eu até poderia questionar.
Mas daí para ofender a pessoa e sua família já é demais.
O que as pessoas de raciocínio lento e imediatista não percebem é que falar mal e fazer mal a um ídolo como é Zico, que é reconhecido em todo o mundo do futebol, pode ser um erro estratégico incorrigível. É melhor ter o ídolo sempre por perto e não como inimigo.
América- Ainda não dá para afirmar, mas é bem possível que o Coelho consiga a sua classificação para a Série A. Confesso que não acreditava no início, mas a regularidade e o crescimento como equipe já permitem pensar que o sonho está mais próximo. Não dá para bobear em casa e o time deve continuar forte fora de casa.
Crise- O momento é crítico para quem é técnico de futebol. O São Paulo está insatisfeito e o Flamengo também. O Grêmio apostou na mística para fechar com Renato Gaúcho. Luxemburgo fez água nos últimos anos e já falou que precisa se reciclar. Até Felipão tem sido questionado no Palmeiras. Em outro nível estão Cuca, Adilson, Muricy, Roth e Mano Menezes.
Arbitragem- O nome de Leonardo Gaciba nem aparece mais nos sorteios. Gaciba foi eleito várias vezes o melhor árbitro do Brasil e mesmo assim era Simon que ia para a Copa. Na próxima Copa, Gaciba também não vai, já que ele terá 43 anos e deve perder o escudo FIFA. Escudo que está prometido a Sandro Meira Ricci, mineiro de Poços de Caldas. Sandro tem tudo para ser o árbitro brasileiro na Copa do Mundo do Brasil.
Galo- Seria leviano afirmar que a falta de um bom preparo físico dos jogadores do Atlético é responsável pelo desempenho da equipe. É óbvio que o ex-treinador tem muito mais culpa e não utilizava a preparação física como deveria. Não planejava corretamente e não adequava treinamento ao nível físico dos atletas. E olha que ele queria ser gerente! Sem ele já é difícil a vida, com ele seria ainda mais humilhante.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
"Nossos ídolos ainda são os mesmos"
A notícia da saída de Zico do Flamengo não foi nada agradável.
Zico transcende a camisa rubro-negra.
Zico é marca de um tempo, de uma geração.
O futebol dele era raro.
Quando a direção do Flamengo anunciou a volta do craque à Gávea, ficou muito claro que o Flamengo teria uma imagem de mais respeito, um escudo.
Era fácil perceber que Zico teria problemas com o clima político do clube, mas ainda assim acreditei na entidade Zico.
Entretanto, a turbulência política somada ao péssimo momento do clube do campeonato e aos erros nas contratações custaram o bom humor do Galinho e ele se foi.
Acusam e procuram acusar.
Não quero entrar no mérito e não vou investigar, no entanto, "matar" a imagem do ídolo é acabar até com o passado.
Se o Flamengo não trata bem de Zico, o Brasil ainda guardará com carinho o símbolo de uma era em que a arte falava mais alto.
Zico transcende a camisa rubro-negra.
Zico é marca de um tempo, de uma geração.
O futebol dele era raro.
Quando a direção do Flamengo anunciou a volta do craque à Gávea, ficou muito claro que o Flamengo teria uma imagem de mais respeito, um escudo.
Era fácil perceber que Zico teria problemas com o clima político do clube, mas ainda assim acreditei na entidade Zico.
Entretanto, a turbulência política somada ao péssimo momento do clube do campeonato e aos erros nas contratações custaram o bom humor do Galinho e ele se foi.
Acusam e procuram acusar.
Não quero entrar no mérito e não vou investigar, no entanto, "matar" a imagem do ídolo é acabar até com o passado.
Se o Flamengo não trata bem de Zico, o Brasil ainda guardará com carinho o símbolo de uma era em que a arte falava mais alto.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Política no futebol, Cruzeiro, Atlético e América
Segue coluna do Jornal O TEMPO de 01/10.
O momento político de alguns dos principais clubes do futebol brasileiro é um dos temas.
O Cruzeiro, que não se abateu com a derrota contra o Santos e o momento complicado do Atlético também são abordados.
Finalizo com o América, que bobeou na hora errada e contra o time errado.
Política e bola
No próximo domingo o Brasil vai às urnas e um papo sobre política no futebol é apropriado para o momento.
A semana foi conturbada para diversos clubes do país. Algumas correntes do Flamengo reclamam da gestão Patrícia Amorim e até em Zico respingou.
A campanha fraca no Brasileiro e a pequena chance de vaga na Libertadores começa a incendiar a vida política no São Paulo.
A direção do Botafogo ainda não explicou as fotos de uma possível bagunça feita pelo Palmeiras no vestiário do Engenhão. Portuguesa e Ponte Preta aparecem na lista dos maiores devedores do futebol brasileiro.
Um time que escapou das manchetes política na semana é o Corinthians, que cada dia mais estreita laços com a CBF.
O Atlético também vive clima de eleições no Conselho. Entretanto, a bagunça política no futebol brasileiro atende pelo nome de Palmeiras.
Foi só o presidente se afastar para uma cirurgia, que o vice assumiu e marcou território. Salvador Palaia assumiu disposto a mostrar que vice manda também e destituiu a direção de futebol do clube.
Outro ato do vice que faz foi pagar um mês de direito de imagem. Em campo, sem ninguém perceber, o Palmeiras faz uma boa campanha de recuperação. Mas é inegável que o clima está quente.
Reflexo?- Um argumento usado para justificar os resultados em campo é o clima político. No entanto, não existe regra de quem o campo é reflexo da administração. É inegável que um clube estável oferece melhores condições, mas não basta assinar papéis e pagar contas. A direção oferece autoridade e planeja o curso. Se o time não render, é a mesma direção que tem de agir e mostrar comando.
Cruzeiro- A semana do voto foi também a semana dos contrastes no Cruzeiro. Quem viu o primeiro tempo contra o Santos, não poderia imaginar o desempenho do segundo tempo. Para sorte azul, o time não se abateu e venceu bem o Atlético GO. A disputa pelo título vai se desenhando entre os três primeiros. Mas quem busca título, normalmente é premiado com Libertadores.
Decisão- Os resultados dos adversários foram bons para o Galo, mas o time não fez o que precisava. Em condições normais o empate contra o Ceará é um resultado normal, mas a posição na tabela é crítica e exige vitórias. Contra o Atlético Goianiense não existe outro resultado diferente da vitória. É duro, mas é a realidade.
América- Inesperado foi o resultado do Coelho. A Portuguesa lutava para permanecer na luta e o Coelho poderia consolidar a briga pela liderança. É fato que a arbitragem influenciou, mas o abatimento dos jogadores chegou a ser constrangedor. O time mostrou potencial e não pode se entregar. O momento é de concentração total. Ver o Sport crescer e deixar a Lusa acreditar não é bom negócio.
O momento político de alguns dos principais clubes do futebol brasileiro é um dos temas.
O Cruzeiro, que não se abateu com a derrota contra o Santos e o momento complicado do Atlético também são abordados.
Finalizo com o América, que bobeou na hora errada e contra o time errado.
Política e bola
No próximo domingo o Brasil vai às urnas e um papo sobre política no futebol é apropriado para o momento.
A semana foi conturbada para diversos clubes do país. Algumas correntes do Flamengo reclamam da gestão Patrícia Amorim e até em Zico respingou.
A campanha fraca no Brasileiro e a pequena chance de vaga na Libertadores começa a incendiar a vida política no São Paulo.
A direção do Botafogo ainda não explicou as fotos de uma possível bagunça feita pelo Palmeiras no vestiário do Engenhão. Portuguesa e Ponte Preta aparecem na lista dos maiores devedores do futebol brasileiro.
Um time que escapou das manchetes política na semana é o Corinthians, que cada dia mais estreita laços com a CBF.
O Atlético também vive clima de eleições no Conselho. Entretanto, a bagunça política no futebol brasileiro atende pelo nome de Palmeiras.
Foi só o presidente se afastar para uma cirurgia, que o vice assumiu e marcou território. Salvador Palaia assumiu disposto a mostrar que vice manda também e destituiu a direção de futebol do clube.
Outro ato do vice que faz foi pagar um mês de direito de imagem. Em campo, sem ninguém perceber, o Palmeiras faz uma boa campanha de recuperação. Mas é inegável que o clima está quente.
Reflexo?- Um argumento usado para justificar os resultados em campo é o clima político. No entanto, não existe regra de quem o campo é reflexo da administração. É inegável que um clube estável oferece melhores condições, mas não basta assinar papéis e pagar contas. A direção oferece autoridade e planeja o curso. Se o time não render, é a mesma direção que tem de agir e mostrar comando.
Cruzeiro- A semana do voto foi também a semana dos contrastes no Cruzeiro. Quem viu o primeiro tempo contra o Santos, não poderia imaginar o desempenho do segundo tempo. Para sorte azul, o time não se abateu e venceu bem o Atlético GO. A disputa pelo título vai se desenhando entre os três primeiros. Mas quem busca título, normalmente é premiado com Libertadores.
Decisão- Os resultados dos adversários foram bons para o Galo, mas o time não fez o que precisava. Em condições normais o empate contra o Ceará é um resultado normal, mas a posição na tabela é crítica e exige vitórias. Contra o Atlético Goianiense não existe outro resultado diferente da vitória. É duro, mas é a realidade.
América- Inesperado foi o resultado do Coelho. A Portuguesa lutava para permanecer na luta e o Coelho poderia consolidar a briga pela liderança. É fato que a arbitragem influenciou, mas o abatimento dos jogadores chegou a ser constrangedor. O time mostrou potencial e não pode se entregar. O momento é de concentração total. Ver o Sport crescer e deixar a Lusa acreditar não é bom negócio.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Jogo bom e resultado ruim
Corinthians e Botafogo fizeram um bom jogo no Pacaembu.
A proposta do Botafogo era clara de marcação. O Corinthians achou um espaço na defesa do Botafogo e Bruno César marcou um belo gol, logo no início da partida.
Parecia que os volantes do Corinthians ditariam o ritmo da partida.
Ralf estava de volta e surpreendia saindo e Jucilei ficando mais.
Elias mais adiantado e Jorge Henrique muito bem vigiado.
Iarley torcendo para que alguém encostasse e Bruno César vindo de fora para dentro.
O Botafogo teve em Somália uma expressão muito forte de jogo.
O camisa 7 marcava, ajudava no posicionamento do meio e se apresentava bem.
Aproveitando espaço pela direita, Herrera cruzou e Loco Abreu cabeceou com muita liberdade e empatou.
O Corinthians ainda teve oportunidades, mas o time apresentou mais lentidão e perdeu a precisão dos passes pelo meio.
O segundo tempo foi do Corinthians arracando para o ataque e do Botafogo de defendendo.
Entretanto, a arbitragem prejudicou e muito a equipe do Botafogo.
Herrera fez gol claro e o árbitro deu impedimento.
O esquema de contra-ataque estava montado para apanhar o Corinthians.
Caio e Cajá entraram para dar velocidade.
Loco Abreu ficava ilhado e poucas vezes alguém chegava perto.
O jogo corintiano saía com aproximação e Paulinho perto gol feito.
Na bola alta foi Thiago Heleno que perdeu.
A pressão só aumentava.
O Botafogo chegou a ficar 41 minutos sem dar um chute a gol.
Mas quando deu, quase fez.
Caio aproveitou uma cobrança de falta rápida e chegou na cara do gol.
Ele chegou a limpar Júlio César e bateu por cima do gol.
O placar poderia ser até justo, mas é bom lembrar que a arbitragem errou contra o Botafogo.
O empate não foi bom para o Corinthians, que viu o Fluminense na liderança.
O Botafogo não chegou mais e viu o Cruzeiro ganhar mais três pontos.
A proposta do Botafogo era clara de marcação. O Corinthians achou um espaço na defesa do Botafogo e Bruno César marcou um belo gol, logo no início da partida.
Parecia que os volantes do Corinthians ditariam o ritmo da partida.
Ralf estava de volta e surpreendia saindo e Jucilei ficando mais.
Elias mais adiantado e Jorge Henrique muito bem vigiado.
Iarley torcendo para que alguém encostasse e Bruno César vindo de fora para dentro.
O Botafogo teve em Somália uma expressão muito forte de jogo.
O camisa 7 marcava, ajudava no posicionamento do meio e se apresentava bem.
Aproveitando espaço pela direita, Herrera cruzou e Loco Abreu cabeceou com muita liberdade e empatou.
O Corinthians ainda teve oportunidades, mas o time apresentou mais lentidão e perdeu a precisão dos passes pelo meio.
O segundo tempo foi do Corinthians arracando para o ataque e do Botafogo de defendendo.
Entretanto, a arbitragem prejudicou e muito a equipe do Botafogo.
Herrera fez gol claro e o árbitro deu impedimento.
O esquema de contra-ataque estava montado para apanhar o Corinthians.
Caio e Cajá entraram para dar velocidade.
Loco Abreu ficava ilhado e poucas vezes alguém chegava perto.
O jogo corintiano saía com aproximação e Paulinho perto gol feito.
Na bola alta foi Thiago Heleno que perdeu.
A pressão só aumentava.
O Botafogo chegou a ficar 41 minutos sem dar um chute a gol.
Mas quando deu, quase fez.
Caio aproveitou uma cobrança de falta rápida e chegou na cara do gol.
Ele chegou a limpar Júlio César e bateu por cima do gol.
O placar poderia ser até justo, mas é bom lembrar que a arbitragem errou contra o Botafogo.
O empate não foi bom para o Corinthians, que viu o Fluminense na liderança.
O Botafogo não chegou mais e viu o Cruzeiro ganhar mais três pontos.
Os jogos de hoje
Mais alguns detalhes e tendências da rodada do Brasileiro.
Prudente x Guarani
O confronto reúne o menor número de pontos da rodada: 50 pontos.
O Prudente vive o sentimento de impotência e já perdeu mais um treinador.
O Guarani surpreende pela bela campanha e tem tudo para conquistar mais um bom resultado, mas não costuma se dar bem jogando fora de casa.
Atlético PR x Vitória
69 pontos em campo. O Furacão cresce a cada dia e joga bem em casa. O Vitória vem de derrota em casa. Paulo César Carpeggiani fez boa campanha inicial com o Vitória no ano passado e repete a campanha com o Atlético PR. Bruno Mineiro foi dúvida durante a semana e Guerrón pode ser titular.
Cruzeiro x Atlético GO
70 pontos em campo. O Cruzeiro joga por ele e pode acabar ajudando o rival, que precisa que o Atlético GO perca pontos.
Elias, o artilheiro dos goianos, está machucado e desfalca a equipe.
Palmeiras x Inter
Sem ninguém perceber o Palmeiras já tem a terceira melhor campanha como visitante, mas em casa... O Inter é forte, mas tem desfalques.
Felipão reencontra Celso Roth.
No início do Brasileiro, Kleber foi muito bem contra o Inter - jogando pelo Cruzeiro.
São 76 pontos em campo.
Fluminense x Avaí
O Flu recuperou a liderança e o Avaí venceu depois de muito tempo. São 76 pontos em campo. A grande conquista do Fluminense nos últimos anos foi contra um time catarinense (Copa do Brasil contra o Figueirense), se o resultado vier e se o Corinthians tropeçar, o Flu consolida a liderança.
Grêmio x São Paulo
São 67 pontos em campo. Os tricolores não são times confiáveis. O Grêmio tem jogado bem fora de casa e em casa decepciona. O São Paulo sofreu um 3 x 0 do Goiás e precisa se recuperar. Cara de empate!
Corinthians x Botafogo
O principal jogo da rodada. São 87 pontos em campo. O Corinthians só perdeu uma partida no Pacaembu e o Botafogo não perdeu lá. Nas duas vezes em que o Fogão esteve no Pacaembu em 2010, ele venceu o Santos e empatou com o Palmeiras.
Ceará x Atlético
Dois times com cara de desespero. O Ceará já foi líder e vive a necessidade da vitória. O Galo precisa vencer e tem a segunda partida com Dorival Júnior no comando. Contra o Ceará em Fortaleza, o Atlético foi campeão da Série B de 2006. São 51 jogos em campo.
Prudente x Guarani
O confronto reúne o menor número de pontos da rodada: 50 pontos.
O Prudente vive o sentimento de impotência e já perdeu mais um treinador.
O Guarani surpreende pela bela campanha e tem tudo para conquistar mais um bom resultado, mas não costuma se dar bem jogando fora de casa.
Atlético PR x Vitória
69 pontos em campo. O Furacão cresce a cada dia e joga bem em casa. O Vitória vem de derrota em casa. Paulo César Carpeggiani fez boa campanha inicial com o Vitória no ano passado e repete a campanha com o Atlético PR. Bruno Mineiro foi dúvida durante a semana e Guerrón pode ser titular.
Cruzeiro x Atlético GO
70 pontos em campo. O Cruzeiro joga por ele e pode acabar ajudando o rival, que precisa que o Atlético GO perca pontos.
Elias, o artilheiro dos goianos, está machucado e desfalca a equipe.
Palmeiras x Inter
Sem ninguém perceber o Palmeiras já tem a terceira melhor campanha como visitante, mas em casa... O Inter é forte, mas tem desfalques.
Felipão reencontra Celso Roth.
No início do Brasileiro, Kleber foi muito bem contra o Inter - jogando pelo Cruzeiro.
São 76 pontos em campo.
Fluminense x Avaí
O Flu recuperou a liderança e o Avaí venceu depois de muito tempo. São 76 pontos em campo. A grande conquista do Fluminense nos últimos anos foi contra um time catarinense (Copa do Brasil contra o Figueirense), se o resultado vier e se o Corinthians tropeçar, o Flu consolida a liderança.
Grêmio x São Paulo
São 67 pontos em campo. Os tricolores não são times confiáveis. O Grêmio tem jogado bem fora de casa e em casa decepciona. O São Paulo sofreu um 3 x 0 do Goiás e precisa se recuperar. Cara de empate!
Corinthians x Botafogo
O principal jogo da rodada. São 87 pontos em campo. O Corinthians só perdeu uma partida no Pacaembu e o Botafogo não perdeu lá. Nas duas vezes em que o Fogão esteve no Pacaembu em 2010, ele venceu o Santos e empatou com o Palmeiras.
Ceará x Atlético
Dois times com cara de desespero. O Ceará já foi líder e vive a necessidade da vitória. O Galo precisa vencer e tem a segunda partida com Dorival Júnior no comando. Contra o Ceará em Fortaleza, o Atlético foi campeão da Série B de 2006. São 51 jogos em campo.
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