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Nas entrevistas da Toca da Raposa, Roger pede para o treinador abrir concorrência e Cuca, no dia seguinte, fala que a concorrência está aberta e destaca que ele é reserva.
Até aí tudo bem?
Tudo bem.
O que atrapalha um pouco é a certa ironia de Roger e a entrelinha de Cuca.
O treinador sabe que o jogador é talentoso e sabe que os outros se empenham mais.
Precisando marcar território, Cuca mostra seus critérios e prega bom relacionamento.
Quem procura uma crise em cada esquina tem um prato cheio.
Na minha visão, a oportunidade é boa para Cuca e a direção mostrarem ao atleta que querem mais dele e precisam ver mais no treino e menos nas coletivas.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Pré jogo de Corinthians x Tolima
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Amanhã, às 22h, o Corinthians inicia a sua 9ª tentativa em busca do título da Libertadores da América.
A vaga para a fase de grupos da competição será disputada contra a Corporación Club Deportes Tolima, da Colômbia.
Desde 2005 as equipes brasileiras disputam uma vaga na “Pré-Libertadores” sempre os brasileiros seguiram na competição.
Pela Libertadores da América, as duas equipes nunca se enfrentaram, mas analisando o histórico na competição, o Corinthians leva vantagem:
Incluindo este ano, o time paulista possui 9 participações no campeonato continental contra 5 do Tolima.
A melhor campanha do Corinthians foi em 2000, quando foi eliminado nas semifinais.
A melhor participação do Tolima também terminou nas semifinais em 82.
Porém nos outros anos (84, 04 e 07) o time colombiano não passou da 1ª fase, ao contrário do Corinthians que foi eliminado na 1ª fase somente em 77, sendo que outras 4 vezes disputou até as oitavas de final (91, 03, 06 e 2010) e mais 2 até as quartas (96 e 99).
Em relação a estréias na Libertadores, o Corinthians tem um retrospecto de 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. Outros números positivos, na competição, é que em casa, o Timão venceu 21 partidas, empatou 3 vezes e perdeu 2.
O balanço do Corinthians, em Libertadores, contra adversários estrangeiros também é positivo: são 31 vitórias, 8 empates e 13 derrotas. Nesses jogos, o Corinthians marcou 112 gols e sofreu 65.
O Corinthians não perde há 12 jogos, sua última derrota aconteceu dia 13/10, para o Vasco por 2x0 no Rio de Janeiro, em jogo adiado, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Nas últimas 12 partidas, sendo 11 sob o comando de Tite, o Timão obteve 6 vitórias e 6 empates e sofreu apenas 5 gols.
O vencedor entre Corinthians e Tolima entra no Grupo 7, ao lado de Cruzeiro, Estudiantes de La Plata e Guarany do Paraguai.
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Amanhã, às 22h, o Corinthians inicia a sua 9ª tentativa em busca do título da Libertadores da América.
A vaga para a fase de grupos da competição será disputada contra a Corporación Club Deportes Tolima, da Colômbia.
Desde 2005 as equipes brasileiras disputam uma vaga na “Pré-Libertadores” sempre os brasileiros seguiram na competição.
Pela Libertadores da América, as duas equipes nunca se enfrentaram, mas analisando o histórico na competição, o Corinthians leva vantagem:
Incluindo este ano, o time paulista possui 9 participações no campeonato continental contra 5 do Tolima.
A melhor campanha do Corinthians foi em 2000, quando foi eliminado nas semifinais.
A melhor participação do Tolima também terminou nas semifinais em 82.
Porém nos outros anos (84, 04 e 07) o time colombiano não passou da 1ª fase, ao contrário do Corinthians que foi eliminado na 1ª fase somente em 77, sendo que outras 4 vezes disputou até as oitavas de final (91, 03, 06 e 2010) e mais 2 até as quartas (96 e 99).
Em relação a estréias na Libertadores, o Corinthians tem um retrospecto de 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. Outros números positivos, na competição, é que em casa, o Timão venceu 21 partidas, empatou 3 vezes e perdeu 2.
O balanço do Corinthians, em Libertadores, contra adversários estrangeiros também é positivo: são 31 vitórias, 8 empates e 13 derrotas. Nesses jogos, o Corinthians marcou 112 gols e sofreu 65.
O Corinthians não perde há 12 jogos, sua última derrota aconteceu dia 13/10, para o Vasco por 2x0 no Rio de Janeiro, em jogo adiado, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Nas últimas 12 partidas, sendo 11 sob o comando de Tite, o Timão obteve 6 vitórias e 6 empates e sofreu apenas 5 gols.
O vencedor entre Corinthians e Tolima entra no Grupo 7, ao lado de Cruzeiro, Estudiantes de La Plata e Guarany do Paraguai.
Você já viu os gols do Tolima
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O Tolima é um ilustre desconhecido do grande público, mas faz contra o Corinthians um jogo decisivo,
Do time do ano passado alguns dos principais jogadores foram embora.
Saíram Marangoni e Perlaza, que davam algum toque de qualidade.
Murillo e Hurtado continuam e Castillo vive um bom momento.
No último fim de semana, o Tolima jogou contra o Barcelona do Equador e venceu, fora de casa, por 2 x 1.
Abaixo estão os gols da partida.
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O Tolima é um ilustre desconhecido do grande público, mas faz contra o Corinthians um jogo decisivo,
Do time do ano passado alguns dos principais jogadores foram embora.
Saíram Marangoni e Perlaza, que davam algum toque de qualidade.
Murillo e Hurtado continuam e Castillo vive um bom momento.
No último fim de semana, o Tolima jogou contra o Barcelona do Equador e venceu, fora de casa, por 2 x 1.
Abaixo estão os gols da partida.
Não acredito em Rivaldo
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Gostaria muito que alguém me mostrasse o que escrevi sobre Rivaldo e desse gargalhadas do meu texto, mas não acredito que isso possa ocorrer.
Não questiono o talento de Rivaldo.
Mas não aceito tudo o que direção São Paulo pensa e faz.
Os erros dos últimos anos mostram que o São Paulo erra como os outros erram e acertou mais que os outros em várias situações.
Mas não acerta sempre.
Rivaldo foi contratado pelo Cruzeiro em 2004.
O time era acertadinho e havia conquistado o Mineiro, a Copa do Brasil e o Brasileiro do ano anterior.
Era chegar e jogar, nada mais.
Rivaldo não jogou.
Mostrou técnica, inteligência e baixíssima competitividade.
Saiu e não deixou saudade.
Ano passado, o Santos apresentou a colocou Giovanni para jogar.
O mito entrava em campo e saía pouco tempo depois quase sem ser notado.
A ele nunca faltou técnica, mas a competitividade.
O anúncio da contratação de Rivaldo desviou os olhares no momento da alteração do estatuto e da candidatura de Juvenal Juvêncio.
Em campo, Rivaldo vai contra a velocidade e o estilo que Carpegiani pretende adotar.
O time leve e rápido vai ter um carimbador de bolas.
Tomara que eu erre e que Rivaldo se reencontre, mas acho muito difícil.
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Gostaria muito que alguém me mostrasse o que escrevi sobre Rivaldo e desse gargalhadas do meu texto, mas não acredito que isso possa ocorrer.
Não questiono o talento de Rivaldo.
Mas não aceito tudo o que direção São Paulo pensa e faz.
Os erros dos últimos anos mostram que o São Paulo erra como os outros erram e acertou mais que os outros em várias situações.
Mas não acerta sempre.
Rivaldo foi contratado pelo Cruzeiro em 2004.
O time era acertadinho e havia conquistado o Mineiro, a Copa do Brasil e o Brasileiro do ano anterior.
Era chegar e jogar, nada mais.
Rivaldo não jogou.
Mostrou técnica, inteligência e baixíssima competitividade.
Saiu e não deixou saudade.
Ano passado, o Santos apresentou a colocou Giovanni para jogar.
O mito entrava em campo e saía pouco tempo depois quase sem ser notado.
A ele nunca faltou técnica, mas a competitividade.
O anúncio da contratação de Rivaldo desviou os olhares no momento da alteração do estatuto e da candidatura de Juvenal Juvêncio.
Em campo, Rivaldo vai contra a velocidade e o estilo que Carpegiani pretende adotar.
O time leve e rápido vai ter um carimbador de bolas.
Tomara que eu erre e que Rivaldo se reencontre, mas acho muito difícil.
Campeonato Espanhol
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Real Madrid vence Mallorca e a caçada ao Barcelona continua.
Após o tropeço contra Almeria, quando o Real Madrid apenas empatou com o lanterna da competição, o técnico José Mourinho resolveu corrigir alguns erros.
Kaká
Procurando o lugar ideal para o brasileiro no meio de campo madrilista, contra o Almeria o treinador optou por escalar a equipe sem um centro avante de oficio. Mourinho adiantou C. Ronaldo, tirou o português de sua posição, escalou Kaká no meio, ao lado de Ozill, e o Real Madrid desmoronou.
Desta vez, jogando contra o Mallorca, Mourinho preservou o homem de frente e optou por sacar Ozil do time titular. Na frente, Benzema teve mais uma oportunidade e não decepcionou. O francês jogou bem, fez a referência na área adversária, tabelou, procurou espaços entre os zagueiros e participou ativamente do jogo.
Di Maria e C.Ronaldo jogaram abertos pelos lados e Kaká chegava de trás.
O comandante do Real ainda não encontrou a formação ideal para a equipe e procura o lugar mais adequado para que Kaká possa render o esperado.
No meio, sem Khedira lesionado, Mourinho - por opção - sacou Xabi Alonso e a dupla de contenção foi formada por Gago e Granero. Enquanto Gago se encarregava da marcação, Granero tinha mais liberdade para avançar e auxiliava Kaká na transição da defesa para o ataque.
O Jogo
Nos minutos iniciais a falta de entrosamento foi nítida. O Mallorca marcava muito e C. Ronaldo e Di Maria foram anulados pelos jogadores adversários. Com a forte marcação nas laterais, o Real Madrid concentrava suas jogadas pelo meio, mas a falta de entrosamento pesou e com muitos erros de passe o Real Madrid não criava.
Apesar das dificuldades, o clima era bom. O Real Madrid se soltou em campo, ditava o ritmo da partida e tudo indicava que o gol sairia naturalmente. Aos 12 min., em uma jogada de muita velocidade, veio a primeira chance: Marcelo, Kaká e Benzema fizeram ótima tabela e criaram boa oportunidade de abrir o placar. A chance foi desperdiçada e na sequência veio o susto.
Com o lateral Marcelo ainda no campo de ataque, a equipe do Mallorca aproveitou o descuido da defesa madrilista. O Atacante Nsue recebeu livre pela direita de seu ataque, nas costas do lateral Marcelo, avançou com velocidade e bateu cruzado. A bola acertou a trave direita de Casillas e por muito pouco o Mallorca não abriu o placar.
O susto fez com que a equipe do Real Madrid diminuísse o ritmo. A equipe merengue sentiu o golpe e, após o lance, buscou o ataque com mais cautela. O adversário era perigoso, no primeiro turno o Mallorca foi a única equipe que não perdeu para os dois gigantes. Foram dois empates: 0 a 0 contra o Real e 1 a 1 contra o Barça.
O Real Madrid passou a valorizar a posse de bola e não se arriscava. A principal característica do time merengue é a velocidade de suas jogadas, quando optou por valorizar a posse de bola, o time merengue passou a fazer um jogo que não é o seu. O Real Madrid tinha a posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela.
Segundo tempo
Com o zero no placar, Mourinho fez duas alterações e mexeu na equipe. Kaká deixou o campo para a entrada de Ozil; e Gago deixou o gramado para a entrada de Xabi Alonso.
As mudanças surtiram efeito e o time do Real voltou a explorar sua principal característica: a velocidade.
O time voltou mais ligado. Com toques rápidos deu mais velocidade ao jogo, e aos 15 min. veio o gol. Em um ataque de muita velocidade, C. Ronaldo recebeu passe de Ozil e tocou para Granero, na entrada da área, rolar para Benzema. O atacante teve calma para limpar o lance e bater de pé esquerdo, no canto direito do goleiro adversário. 1 a 0.
Após o gol o Real deslanchou, foi o senhor da partida. O Mallorca apertou a marcação, o jogo ficou truncado e os atacantes madrilistas só eram parados com faltas. Apesar do jogo ter melhorado na segunda etapa, tivemos apenas mais duas oportunidades claras de gol, uma para cada lado. A primeira foi para o Real: C. Ronaldo, de cabeça, escorou cruzamento pela direta e a bola tocou no travessão adversário. Já nos acréscimos, aos 47 min., foi a vez do Mallorca, mas Casillas desviou para escanteio e evitou o gol de empate. Placar final: Real Madrid 1 x 0 Mallorca.
Com a vitoria o Real Madrid continua na segunda colocação com 51 pontos, quatro pontos atrás do líder Barcelona que, após mais uma goleada – 3 a 0 contra o Racing – soma 55 pontos.
Destaque
Após as alterações o time merengue encontrou seu jogo e as mudanças de Mourinho surtiram efeito. Com Ozil no lugar de Kaká, o meio de campo ganhou mais mobilidade, não por fatores técnicos, mas o ritmo de jogo do alemão fez a diferença.
Se a entrada de Ozil deu mais mobilidade, a de Xabi Alonso deu mais consistência. O volante coordenou as jogadas no meio de campo do Real, foi firme na marcação, preciso nos passes e milimétrico nos lançamentos e inversões de jogadas; Alonso foi perfeito. A entrada do volante foi mais importante para o Real Madrid que a entrada de Ozil. Fazer as jogadas que o Ozil faz, Kaká também sabe fazer; jogar como Xabi Alonso joga é para poucos. (VR)
Colaboração: Vander Ribeiro
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Real Madrid vence Mallorca e a caçada ao Barcelona continua.
Após o tropeço contra Almeria, quando o Real Madrid apenas empatou com o lanterna da competição, o técnico José Mourinho resolveu corrigir alguns erros.
Kaká
Procurando o lugar ideal para o brasileiro no meio de campo madrilista, contra o Almeria o treinador optou por escalar a equipe sem um centro avante de oficio. Mourinho adiantou C. Ronaldo, tirou o português de sua posição, escalou Kaká no meio, ao lado de Ozill, e o Real Madrid desmoronou.
Desta vez, jogando contra o Mallorca, Mourinho preservou o homem de frente e optou por sacar Ozil do time titular. Na frente, Benzema teve mais uma oportunidade e não decepcionou. O francês jogou bem, fez a referência na área adversária, tabelou, procurou espaços entre os zagueiros e participou ativamente do jogo.
Di Maria e C.Ronaldo jogaram abertos pelos lados e Kaká chegava de trás.
O comandante do Real ainda não encontrou a formação ideal para a equipe e procura o lugar mais adequado para que Kaká possa render o esperado.
No meio, sem Khedira lesionado, Mourinho - por opção - sacou Xabi Alonso e a dupla de contenção foi formada por Gago e Granero. Enquanto Gago se encarregava da marcação, Granero tinha mais liberdade para avançar e auxiliava Kaká na transição da defesa para o ataque.
O Jogo
Nos minutos iniciais a falta de entrosamento foi nítida. O Mallorca marcava muito e C. Ronaldo e Di Maria foram anulados pelos jogadores adversários. Com a forte marcação nas laterais, o Real Madrid concentrava suas jogadas pelo meio, mas a falta de entrosamento pesou e com muitos erros de passe o Real Madrid não criava.
Apesar das dificuldades, o clima era bom. O Real Madrid se soltou em campo, ditava o ritmo da partida e tudo indicava que o gol sairia naturalmente. Aos 12 min., em uma jogada de muita velocidade, veio a primeira chance: Marcelo, Kaká e Benzema fizeram ótima tabela e criaram boa oportunidade de abrir o placar. A chance foi desperdiçada e na sequência veio o susto.
Com o lateral Marcelo ainda no campo de ataque, a equipe do Mallorca aproveitou o descuido da defesa madrilista. O Atacante Nsue recebeu livre pela direita de seu ataque, nas costas do lateral Marcelo, avançou com velocidade e bateu cruzado. A bola acertou a trave direita de Casillas e por muito pouco o Mallorca não abriu o placar.
O susto fez com que a equipe do Real Madrid diminuísse o ritmo. A equipe merengue sentiu o golpe e, após o lance, buscou o ataque com mais cautela. O adversário era perigoso, no primeiro turno o Mallorca foi a única equipe que não perdeu para os dois gigantes. Foram dois empates: 0 a 0 contra o Real e 1 a 1 contra o Barça.
O Real Madrid passou a valorizar a posse de bola e não se arriscava. A principal característica do time merengue é a velocidade de suas jogadas, quando optou por valorizar a posse de bola, o time merengue passou a fazer um jogo que não é o seu. O Real Madrid tinha a posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela.
Segundo tempo
Com o zero no placar, Mourinho fez duas alterações e mexeu na equipe. Kaká deixou o campo para a entrada de Ozil; e Gago deixou o gramado para a entrada de Xabi Alonso.
As mudanças surtiram efeito e o time do Real voltou a explorar sua principal característica: a velocidade.
O time voltou mais ligado. Com toques rápidos deu mais velocidade ao jogo, e aos 15 min. veio o gol. Em um ataque de muita velocidade, C. Ronaldo recebeu passe de Ozil e tocou para Granero, na entrada da área, rolar para Benzema. O atacante teve calma para limpar o lance e bater de pé esquerdo, no canto direito do goleiro adversário. 1 a 0.
Após o gol o Real deslanchou, foi o senhor da partida. O Mallorca apertou a marcação, o jogo ficou truncado e os atacantes madrilistas só eram parados com faltas. Apesar do jogo ter melhorado na segunda etapa, tivemos apenas mais duas oportunidades claras de gol, uma para cada lado. A primeira foi para o Real: C. Ronaldo, de cabeça, escorou cruzamento pela direta e a bola tocou no travessão adversário. Já nos acréscimos, aos 47 min., foi a vez do Mallorca, mas Casillas desviou para escanteio e evitou o gol de empate. Placar final: Real Madrid 1 x 0 Mallorca.
Com a vitoria o Real Madrid continua na segunda colocação com 51 pontos, quatro pontos atrás do líder Barcelona que, após mais uma goleada – 3 a 0 contra o Racing – soma 55 pontos.
Destaque
Após as alterações o time merengue encontrou seu jogo e as mudanças de Mourinho surtiram efeito. Com Ozil no lugar de Kaká, o meio de campo ganhou mais mobilidade, não por fatores técnicos, mas o ritmo de jogo do alemão fez a diferença.
Se a entrada de Ozil deu mais mobilidade, a de Xabi Alonso deu mais consistência. O volante coordenou as jogadas no meio de campo do Real, foi firme na marcação, preciso nos passes e milimétrico nos lançamentos e inversões de jogadas; Alonso foi perfeito. A entrada do volante foi mais importante para o Real Madrid que a entrada de Ozil. Fazer as jogadas que o Ozil faz, Kaká também sabe fazer; jogar como Xabi Alonso joga é para poucos. (VR)
Colaboração: Vander Ribeiro
domingo, 23 de janeiro de 2011
De olho no Tolima, Corinthians empata em casa
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Durante a semana Tite comemorava a possibilidade de jogar com o time ideal.
O jogo contra o Noroeste seria encarado como uma preparação para o duelo da Libertadores.
Balela, discurso!
O Corinthians utilizou o esquema apontado como o ideal, mas sem o menor ânimo.
O Noroeste não se expunha. Jogava fechado, marcando e tentando o contra-ataque.
Com um meio previsível e estático, o Corinthians teve muita dificuldade e só chegou ao gol aos 40 do primeiro tempo.
Bruno César tocou para Dentinho, que bateu para o gol.
A bola desviou na zaga e André Luís não conseguiu defender.
O primeiro tempo foi fraco em movimentação, em lances de gol e em emoção.
O Noroeste mudou para o segundo tempo.
Saiu Francis e entrou Júlio César.
Thiago Marín teve mais espaço e participou mais do jogo.
Desconcentrado, o Corinthians deixou os três pontos escaparem.
Roberto Carlos bobeou e Thiago Marín bateu cruzado e empatou.
O gol até fez o Corinthians tentar jogar, mas o posicionamento estático no ataque não ajudava.
Fim de jogo e empate.
O Corinthians vai jogar de forma diferente contra o Tolima.
A motivação será outra.
Vale observar que a equipe fez apenas 4 faltas.
Faltou pegada, sobrou espaço.
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Durante a semana Tite comemorava a possibilidade de jogar com o time ideal.
O jogo contra o Noroeste seria encarado como uma preparação para o duelo da Libertadores.
Balela, discurso!
O Corinthians utilizou o esquema apontado como o ideal, mas sem o menor ânimo.
O Noroeste não se expunha. Jogava fechado, marcando e tentando o contra-ataque.
Com um meio previsível e estático, o Corinthians teve muita dificuldade e só chegou ao gol aos 40 do primeiro tempo.
Bruno César tocou para Dentinho, que bateu para o gol.
A bola desviou na zaga e André Luís não conseguiu defender.
O primeiro tempo foi fraco em movimentação, em lances de gol e em emoção.
O Noroeste mudou para o segundo tempo.
Saiu Francis e entrou Júlio César.
Thiago Marín teve mais espaço e participou mais do jogo.
Desconcentrado, o Corinthians deixou os três pontos escaparem.
Roberto Carlos bobeou e Thiago Marín bateu cruzado e empatou.
O gol até fez o Corinthians tentar jogar, mas o posicionamento estático no ataque não ajudava.
Fim de jogo e empate.
O Corinthians vai jogar de forma diferente contra o Tolima.
A motivação será outra.
Vale observar que a equipe fez apenas 4 faltas.
Faltou pegada, sobrou espaço.
Pré de Corinthians x Noroeste
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Total de jogos - 55
Vitória Corinthians - 29
Empates - 10
Vitória Noroeste - 16
Gols Corinthians - 104
Gols Noroeste - 64
Corinthians e Noroeste nasceram no mesmo dia. Em campo, 200 anos reunidos.
O último confronto entre os dois se deu em 25/02/2009 e o Corinthians venceu por 2 x 0, jogando em Presidente Prudente.
Um ano antes, o Noroeste venceu por 3 x 2, jogando em Bauru.
A última vez que Corinthians e Noroeste jogaram no Pacaembu, o Corinthians venceu por 2 x 1, em 18/03/07.
Como mandante, a vantagem do Corinthians é grande. Em 28 jogos, foram 22 vitórias, 4 empates e duas derrotas.
As duas vitórias do Noroeste foram em 1966 (4x3) e 76 (2x0).
O primeiro jogo pelo Paulista entre as duas equipes foi em 54 e o Corinthians venceu por 5 x 0. Foi a maior goleada da confronto.
O Noroeste conseguiu a maior goleada em 59, quando venceu por 6 x 3.
Somente em três partidas das 55 jogadas as duas equipes não marcaram gols.
O Corinthians teve sua última derrota em 13/10, jogando contra o Vasco.
O time vive 11 jogos de invencibilidade.
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Total de jogos - 55
Vitória Corinthians - 29
Empates - 10
Vitória Noroeste - 16
Gols Corinthians - 104
Gols Noroeste - 64
Corinthians e Noroeste nasceram no mesmo dia. Em campo, 200 anos reunidos.
O último confronto entre os dois se deu em 25/02/2009 e o Corinthians venceu por 2 x 0, jogando em Presidente Prudente.
Um ano antes, o Noroeste venceu por 3 x 2, jogando em Bauru.
A última vez que Corinthians e Noroeste jogaram no Pacaembu, o Corinthians venceu por 2 x 1, em 18/03/07.
Como mandante, a vantagem do Corinthians é grande. Em 28 jogos, foram 22 vitórias, 4 empates e duas derrotas.
As duas vitórias do Noroeste foram em 1966 (4x3) e 76 (2x0).
O primeiro jogo pelo Paulista entre as duas equipes foi em 54 e o Corinthians venceu por 5 x 0. Foi a maior goleada da confronto.
O Noroeste conseguiu a maior goleada em 59, quando venceu por 6 x 3.
Somente em três partidas das 55 jogadas as duas equipes não marcaram gols.
O Corinthians teve sua última derrota em 13/10, jogando contra o Vasco.
O time vive 11 jogos de invencibilidade.
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